O jovem Aventureiro, obedecendo às orientações do Mensageiro, segue em direção a nascente do igarapé. Enquanto caminha, lembra o primeiro contato que tivera com ele. Lembra o tempo que gastou para chegar a Colônia Cósmica, foi uma missão difícil, mas valera apena encontrar aquele lugarejo no meio floresta. Ali, aprendera olhar o meio ambiente natural, como um manancial de conhecimentos simbólicos, construídos e desenvolvidos pela natureza através dos milênios. O desafio diário, de tentar entender os propósitos divinos através de suas criações; de buscar decifrar os significados dessas edificações naturais. Transformou suas incursões na floresta uma aventura prazerosa; é como estivesse transitando pelas salas de uma escola celestial milenar. Sabe, que não foi por acaso que o Mensageiro sugeriu que seguisse pela beira do igarapé. Com certeza, tinha algo especial esperando por ele naquele trajeto.
Embora já tenha algum tempo, a visita que fez a Colônia Cósmica ainda guarda com carinho especial, as lembranças da experiência que tivera por lá. A viagem interdimensional foi inesquecível; não existe nada a que possa compara aquela experiência. Recorda-la é trazer de volta as vibrações suaves do espaço etéreo iluminado. O Seringal Astral é um lugar fantástico, jamais esquecera. Tudo era perfeito naquela cidade de luz; a harmonia indescritível que transbordava de suas estruturas continuam vivas em sua memória. Já transcorrera algum tempo. Seus pensamentos mudaram um pouco. Mas lembranças continuavam ali como uma jóia interdimensional preciosa; como uma fonte inesgotável de energia, abastecendo a sua fé; transformando-se num farol precioso na hora da duvida; o fazendo mais tolerante diante dos acontecimentos da vida; mais compreensivo diante das verdades que vinham lhe oferecer. Tinha certeza que todos tinham seus caminhos. Mas que no final, chegavam no mesmo lugar.
A única coisa que ainda não conseguia entender direito no meio de tudo isso, é a reação de algumas pessoas diante do seu relatório. Por que elas estavam tão preocupadas em saberem, se era real ou não, o seu relato? Talvez não tenham entendido o espírito da coisa, ou os propósitos divinos que o levaram a redigi-lo.- pensa ele.- Achava estranho, que muitos não acreditassem, que tinha publicado aquele belo relatório espiritual, apenas, pelo simples prazer de expor suas idéias, e assim contribuir de alguma maneira, com um bem estar que fosse comum a todos. Pelo contrário, acreditavam que se tornara adepto de uma nova ordem religiosa que estava nascendo no meio da floresta. Talvez isso tenha surgido, devido a forma simples e cristalina com o que, buscou transmitir a sua compreensão do que vem a ser o grande propósito da existência terrestre, usando uma ótica divinatória da natureza, misturada a temas regionais. Achava engraçado, aqueles que suspeitavam que fizera contato com uma civilização extraterrena, que diziam que seu relato, era uma forma bem elaborada de camuflar o pensamento dessa suposta tribo de alienígenas. No começo tentou dissipar essas duvidas, mas isso se tornou uma coisa desgastante, e resolvera deixa pra lá esse tipo de discursão. sabia que todos tinham o direito de duvidar e levanta questionamentos sobre o que bem quisessem. Pois tudo é questionável. A única coisa inquestionável mesmo; é o nosso direito e liberdade natural de a tudo puder questionar. Mas, nada disso se compara, a felicidade que sente, ao lembrar daqueles que vinham o parabenizar pela mensagem que trouxera de sua viagem no plano etéreo interdimensional. Que declaravam achar divina a pequena frase, que traduzia o espírito de amor aos semelhantes, e todo a Bíblia sagrada, de forma simples em seu conteúdo.
Depois de muito andar, refletindo sobre as diferentes reações que provocara o seu relatório. Resolve pára um pouco para aproveitar a confortadora melodia das águas, e por em pratica a sugestão que dera seu amigo Mensageiro. Pega seu relatório para reler mais uma vez. Depois de algumas horas de leitura. Percebe, que alguns detalhes em seu relato, não estavam expostos com a devida clareza; que não dera o devido destaque, por exemplo; a questão do formato das residências construídas na Colônia Cósmica. As casas de seu Pêdo, do índio Araiu e a do nativo Otob, eram muito mais que simples construções. Percebe que não deixara pistas suficientes, para que as pessoas tivessem a atenção necessária, que pudessem chegar a ponto de perceberem nelas, um pensamento solidificado; as paginas de um livro nativo bastante original; que traduzia bem, o que vinha a ser para aquela enigmática comunidade, as diferentes espécies de vida do planeta; que não deixara claro nas entre linhas, que aparti dali podia desenvolver-se uma linha de raciocínio muito interessante, e que para isso, bastava leva em conta; que a casa de seu Pêdo, tendo um aspecto urbano; a do Araiu a de um habitat indígena, e a de Otob, um ninho de pássaro em formato gigante. Revelavam a tradução de uma observação, em que mostravam a existência de uma ação equivalente ao nível de inteligência, entre os seres das mais diferentes espécies; que de forma sultil, mostravam que o pensamento de construir uma morada, estava presente em todas as espécies, e que a única diferença entre elas, estava na forma como traduziam e colocavam na pratica esse pensamento.
A brisa na floresta, chega como um anjo suave brincando na folhagem, o que faz relembra, as ultimas conversas que tivera com seu amigo Mensageiro. Lembra que ele o alertara, para que aguçasse sua sensibilidade observativa, para que pudesse dimensionar melhor a importância de seu relatório, lhe chamando a atenção no sentido de entender, que ali estava contido algo que ia além da sua atual capacidade de compreensão racional; algo que poderia ser compreendido como os primeiros alicerces de uma nova consciência planetária; e que sua volta a Colônia Cósmica, tinha alguns objetivos imprescindíveis. Um deles era o de Extrair os novos significados de tudo que viu e ouviu por lá. Que estava em suas mãos, as sementes de onde poderia germinar uma consciência popular poderosíssima. E que isso poderia vir a desencadear, aquela que seria considerada a ultima grande guerra mundial; a guerra que tornaria possível a travessia perfeita nos portais de águas doces, que davam acesso ao novo mundo; ao reino de paz na terra; a tão sonhada ERA DE AQUÁRIO. Prevista para chegar nesse novo milênio.
E ali sentado,tenta novamente entender, o que seu amigo quis dizer com ultima grande guerra mundial. Pois, a ultima coisa que quer ver nesse mundo, é uma guerra mundial. E não se sente bem, pensando na possibilidade, de que poderia ser pessoa que levaria os seres humanos a tomar essa atitude equivocada, com o intuito de implantar uma nova “ordem”. E por mas que tente entender. Não consegue compreender, como o seu relatório poderia gera uma coisa tão abominável. Pois tudo o que exalta ali, é amor de forma ampla, total e irrestrita entre as pessoas. Isso volta a lhe deixar perturbado. O que o faz lembrar novamente de seu amigo. Lembra que ele insistiu para que mantivesse a serenidade quando esses pensamentos viessem rondar sua cabeça; pois, se tudo seguisse como previsto, ele constataria, que seria um prazer participa dessa batalha final. Que essa guerra era essencial para restabelecimento do contato universal com nosso verdadeiro caráter .
Na calmaria da floresta, olhando a água corrente, o Aventureiro recorda de muitas coisas enigmáticas e ate mesmo assustadoras, que foram ditas pelo Mensageiro; Afinal, quando e como aconteceria o tal do dilúvio que despertaria os seres humanos ? despertaria como?. Qual seria a tal “palavra perdida” que desorientou os seres ? como ele iria encontra-la no meio da floresta ? que palavra era aquela, que tinha que ser resgatada por todos viajantes interdimensional, que atualmente navegam na tal da grande nave orgânica ?
Embora já tenha algum tempo, a visita que fez a Colônia Cósmica ainda guarda com carinho especial, as lembranças da experiência que tivera por lá. A viagem interdimensional foi inesquecível; não existe nada a que possa compara aquela experiência. Recorda-la é trazer de volta as vibrações suaves do espaço etéreo iluminado. O Seringal Astral é um lugar fantástico, jamais esquecera. Tudo era perfeito naquela cidade de luz; a harmonia indescritível que transbordava de suas estruturas continuam vivas em sua memória. Já transcorrera algum tempo. Seus pensamentos mudaram um pouco. Mas lembranças continuavam ali como uma jóia interdimensional preciosa; como uma fonte inesgotável de energia, abastecendo a sua fé; transformando-se num farol precioso na hora da duvida; o fazendo mais tolerante diante dos acontecimentos da vida; mais compreensivo diante das verdades que vinham lhe oferecer. Tinha certeza que todos tinham seus caminhos. Mas que no final, chegavam no mesmo lugar.
A única coisa que ainda não conseguia entender direito no meio de tudo isso, é a reação de algumas pessoas diante do seu relatório. Por que elas estavam tão preocupadas em saberem, se era real ou não, o seu relato? Talvez não tenham entendido o espírito da coisa, ou os propósitos divinos que o levaram a redigi-lo.- pensa ele.- Achava estranho, que muitos não acreditassem, que tinha publicado aquele belo relatório espiritual, apenas, pelo simples prazer de expor suas idéias, e assim contribuir de alguma maneira, com um bem estar que fosse comum a todos. Pelo contrário, acreditavam que se tornara adepto de uma nova ordem religiosa que estava nascendo no meio da floresta. Talvez isso tenha surgido, devido a forma simples e cristalina com o que, buscou transmitir a sua compreensão do que vem a ser o grande propósito da existência terrestre, usando uma ótica divinatória da natureza, misturada a temas regionais. Achava engraçado, aqueles que suspeitavam que fizera contato com uma civilização extraterrena, que diziam que seu relato, era uma forma bem elaborada de camuflar o pensamento dessa suposta tribo de alienígenas. No começo tentou dissipar essas duvidas, mas isso se tornou uma coisa desgastante, e resolvera deixa pra lá esse tipo de discursão. sabia que todos tinham o direito de duvidar e levanta questionamentos sobre o que bem quisessem. Pois tudo é questionável. A única coisa inquestionável mesmo; é o nosso direito e liberdade natural de a tudo puder questionar. Mas, nada disso se compara, a felicidade que sente, ao lembrar daqueles que vinham o parabenizar pela mensagem que trouxera de sua viagem no plano etéreo interdimensional. Que declaravam achar divina a pequena frase, que traduzia o espírito de amor aos semelhantes, e todo a Bíblia sagrada, de forma simples em seu conteúdo.
Depois de muito andar, refletindo sobre as diferentes reações que provocara o seu relatório. Resolve pára um pouco para aproveitar a confortadora melodia das águas, e por em pratica a sugestão que dera seu amigo Mensageiro. Pega seu relatório para reler mais uma vez. Depois de algumas horas de leitura. Percebe, que alguns detalhes em seu relato, não estavam expostos com a devida clareza; que não dera o devido destaque, por exemplo; a questão do formato das residências construídas na Colônia Cósmica. As casas de seu Pêdo, do índio Araiu e a do nativo Otob, eram muito mais que simples construções. Percebe que não deixara pistas suficientes, para que as pessoas tivessem a atenção necessária, que pudessem chegar a ponto de perceberem nelas, um pensamento solidificado; as paginas de um livro nativo bastante original; que traduzia bem, o que vinha a ser para aquela enigmática comunidade, as diferentes espécies de vida do planeta; que não deixara claro nas entre linhas, que aparti dali podia desenvolver-se uma linha de raciocínio muito interessante, e que para isso, bastava leva em conta; que a casa de seu Pêdo, tendo um aspecto urbano; a do Araiu a de um habitat indígena, e a de Otob, um ninho de pássaro em formato gigante. Revelavam a tradução de uma observação, em que mostravam a existência de uma ação equivalente ao nível de inteligência, entre os seres das mais diferentes espécies; que de forma sultil, mostravam que o pensamento de construir uma morada, estava presente em todas as espécies, e que a única diferença entre elas, estava na forma como traduziam e colocavam na pratica esse pensamento.
A brisa na floresta, chega como um anjo suave brincando na folhagem, o que faz relembra, as ultimas conversas que tivera com seu amigo Mensageiro. Lembra que ele o alertara, para que aguçasse sua sensibilidade observativa, para que pudesse dimensionar melhor a importância de seu relatório, lhe chamando a atenção no sentido de entender, que ali estava contido algo que ia além da sua atual capacidade de compreensão racional; algo que poderia ser compreendido como os primeiros alicerces de uma nova consciência planetária; e que sua volta a Colônia Cósmica, tinha alguns objetivos imprescindíveis. Um deles era o de Extrair os novos significados de tudo que viu e ouviu por lá. Que estava em suas mãos, as sementes de onde poderia germinar uma consciência popular poderosíssima. E que isso poderia vir a desencadear, aquela que seria considerada a ultima grande guerra mundial; a guerra que tornaria possível a travessia perfeita nos portais de águas doces, que davam acesso ao novo mundo; ao reino de paz na terra; a tão sonhada ERA DE AQUÁRIO. Prevista para chegar nesse novo milênio.
E ali sentado,tenta novamente entender, o que seu amigo quis dizer com ultima grande guerra mundial. Pois, a ultima coisa que quer ver nesse mundo, é uma guerra mundial. E não se sente bem, pensando na possibilidade, de que poderia ser pessoa que levaria os seres humanos a tomar essa atitude equivocada, com o intuito de implantar uma nova “ordem”. E por mas que tente entender. Não consegue compreender, como o seu relatório poderia gera uma coisa tão abominável. Pois tudo o que exalta ali, é amor de forma ampla, total e irrestrita entre as pessoas. Isso volta a lhe deixar perturbado. O que o faz lembrar novamente de seu amigo. Lembra que ele insistiu para que mantivesse a serenidade quando esses pensamentos viessem rondar sua cabeça; pois, se tudo seguisse como previsto, ele constataria, que seria um prazer participa dessa batalha final. Que essa guerra era essencial para restabelecimento do contato universal com nosso verdadeiro caráter .
Na calmaria da floresta, olhando a água corrente, o Aventureiro recorda de muitas coisas enigmáticas e ate mesmo assustadoras, que foram ditas pelo Mensageiro; Afinal, quando e como aconteceria o tal do dilúvio que despertaria os seres humanos ? despertaria como?. Qual seria a tal “palavra perdida” que desorientou os seres ? como ele iria encontra-la no meio da floresta ? que palavra era aquela, que tinha que ser resgatada por todos viajantes interdimensional, que atualmente navegam na tal da grande nave orgânica ?
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