- Veja ! O sol esta se pondo. Eu adoro vê-lo daqui. É mágico. Todo final de dia ele pinta um quadro diferente no céu. É um espetáculo belíssimo.
Algumas crianças surgem correndo pela estradinha do jardim. E sobem a varanda fazendo a maioir algazarra. O simpático senhor as recebe carinhosamente abraçando-as.
Algumas crianças surgem correndo pela estradinha do jardim. E sobem a varanda fazendo a maioir algazarra. O simpático senhor as recebe carinhosamente abraçando-as.
- Vovô! Trouxemos mais sementes para os passarinhos.
- Obrigado, crianças. – diz ele sorrindo. Estendendo algo semelhante a um maracá indígena que traz amarrado a cintura. As crianças depositam ali as sementes.
- Quem é esse moço, vô ?
- É um amigo especial. Os passarinhos gostam dele.
- Que bom! É mais um pra brincar com a gente. – Diz um dos garotos sorrindo. Em seguida, todos descem correndo a escada e desaparecem por entre a vegetação florida.
- Eu adoro crianças. São como filhos pra mim.
- Geralmente as crianças tem uma energia muito boa acompanhando. Normalmente me sinto bem, com elas por perto.
- Crianças são como vertentes de águas límpidas. Se você tiver o devido cuidado de não polui-las, elas passam a vida inteira produzindo maravilhas. Olhe!- diz o simpático senhor apontando novamente para o horizonte com seu cajado - O sol está se pondo. Observe que espetáculo maravilhoso.
- É lindo. Faz tempo que não olho o pôr do sol
- As vezes o tempo faz a gente esquece dessas coisas.
- Realmente a natureza tem umas coisas rotineiras que são belíssimas.
- A vida esta recheada desses espetáculos divinos, só esperando por um tempinho nosso, para nos delicia. Hoje quando olho o pôr do sol. O vejo como uma pagina de um livro cósmico, onde um criador sublime narra seus feitos.
- Que coisa bonita!
- O sol, pra mim, é um escritor divino. A terra é uma grande pagina onde registra suas idéias. O final do dia, é ele entregando a sua filha e netos, essa pagina, para que meditem sobre ela, os ajudem nessa missão de contador de histórias das eras.
- É uma visão poética muito interessante.
- O sol é o construtor, é a luz dos corpos densos. É o que nos faz vê essa dimensão material. A Lua é a sua amada e ajudante, é a luz dos corpos sultis que se desprendem dos corpos à noite quando dormimos. É o sol da noite.
- A vida esta recheada desses espetáculos divinos, só esperando por um tempinho nosso, para nos delicia. Hoje quando olho o pôr do sol. O vejo como uma pagina de um livro cósmico, onde um criador sublime narra seus feitos.
- Que coisa bonita!
- O sol, pra mim, é um escritor divino. A terra é uma grande pagina onde registra suas idéias. O final do dia, é ele entregando a sua filha e netos, essa pagina, para que meditem sobre ela, os ajudem nessa missão de contador de histórias das eras.
- É uma visão poética muito interessante.
- O sol é o construtor, é a luz dos corpos densos. É o que nos faz vê essa dimensão material. A Lua é a sua amada e ajudante, é a luz dos corpos sultis que se desprendem dos corpos à noite quando dormimos. É o sol da noite.
O tom rosado das nuvens, aos pouco vão desbotando. No céu surgi os pequenos pontos luminosos, que vão se multiplicando. A luminosidade do sol, se assemelhar a uma grande gota de luz que depois de se chocar com a terra espalha seus pingos luminosos pela abóbada celeste. O jovem Aventureiro aproveita para admirar as pequenas estrelas. E lembra que criança muitas vezes fizera isso, junto como amigos. Que as vezes sozinho, passava um bom tempo na janela de casa, tentando descobrindo figuras geométricas formadas por elas. E o jovem deixa seus olhos passearem pelo céu do anoitecer. Deliciando-se com o pisca-pisca dos pequenos pontos. De repente, sua atenção se prende a um daqueles pontos que pisca incessantemente. Nesse instante, um clarão intenso corta o céu, e vem em sua direção, ele fecha os olhos assustado, e quando abre, vê que esta novamente na beira do igarapé. Tudo parece normal, a única diferença e que tem um pequeno fruto de cabaça flutuando nas águas gerando pequenos círculos ondulares na superfice do igarapé. O que deixa o jovem bastante intrigado. Afinal, o que aconteceu ? Será que teve uma alucinação ? Não pode ser.- Pensa ele , aquilo era real. Como que voltou ? Seu corpo vibra ele sente que esteve perto de alguma coisa muito importante, muito especial. Mas, exatamente do que ? Por que voltou ? A impressão que tem é que conhece lugar mistérioso de onde acabou de voltar. Mas conhece como ? e olhando para água corrente suspeita que o estranho acontecimento esteja ligado a cabaça que flutua nas águas, e repara que o formato dela se assemelha a cabeça de peixe Boto rodando no remanso. Inclina-se sobre o igarapé e a retira. Examina os contornos dela com cuidado, mas não consegui captar, de onde vem a estranha sensação de que esta diante de algo muito importante na sua nova aventura. Examina novamente, é vê que é apenas um fruto cabaceira comum como outro qualquer. Mas alguma coisa nele que lhe prender atenção, e resolve então guarda-lo na mochila, Talvez o pessoal da Colônia Cósmica possa explica a origem da estranha sensação que sente em contato com aquele fruto que retirou das águas.
As águas estão menos turvas, o jovem sente que seu destino já esta bem próximo. E ao Dobrar mais uma curva do igarapé tem uma surpresa agradável. a sua frente está seu Pêdo Mensageiro com uma vara de pescar olhando água corrente.
- Que bom encontra o senhor.
- Como vai, meu jovem rapaz ?
- Bem.Vim fazer outra visitinha.
- Seja bem vindo.
- Obrigado!
- Quais são as novidades ?
- O Mensageiro apareceu novamente. E pediu para mim voltar a Colônia Cósmica.
- Mandou vim pela beira do igarapé, ou foi você quem escolheu?
- Foi ele que sugeriu.
- É um bom sinal. Venha ! A aldeia é aqui pertinho. - Diz seu Pêdo levantando-se e caminhando subindo o pequeno barranco.
- O senhor estava me esperando ?
- Digamos que pressenti, que precisava vir ate aqui.
- Estava pescando ?
- Não, encontrei essa vara boiando nas águas. Acho que Algum pescador distraído, deixou cair no igarapé.
- Como vai a minha amiga Lua ?
- Vai bem. Sempre lembra de você.
- Que bom, eu também estou sempre lembrando dela.
- Vou avisa-la que estou chegando com você. Minha princesa vai adorar – Diz seu Pêdo levando a mão na cintura e tirando sua flaboca.
As águas estão menos turvas, o jovem sente que seu destino já esta bem próximo. E ao Dobrar mais uma curva do igarapé tem uma surpresa agradável. a sua frente está seu Pêdo Mensageiro com uma vara de pescar olhando água corrente.
- Que bom encontra o senhor.
- Como vai, meu jovem rapaz ?
- Bem.Vim fazer outra visitinha.
- Seja bem vindo.
- Obrigado!
- Quais são as novidades ?
- O Mensageiro apareceu novamente. E pediu para mim voltar a Colônia Cósmica.
- Mandou vim pela beira do igarapé, ou foi você quem escolheu?
- Foi ele que sugeriu.
- É um bom sinal. Venha ! A aldeia é aqui pertinho. - Diz seu Pêdo levantando-se e caminhando subindo o pequeno barranco.
- O senhor estava me esperando ?
- Digamos que pressenti, que precisava vir ate aqui.
- Estava pescando ?
- Não, encontrei essa vara boiando nas águas. Acho que Algum pescador distraído, deixou cair no igarapé.
- Como vai a minha amiga Lua ?
- Vai bem. Sempre lembra de você.
- Que bom, eu também estou sempre lembrando dela.
- Vou avisa-la que estou chegando com você. Minha princesa vai adorar – Diz seu Pêdo levando a mão na cintura e tirando sua flaboca.
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